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Centro Histórico

Passadas - A arquitetura do olhar

Passadas - A arquitetura do olhar

Italianos, franceses, sírios, tropeiros mascates e artesãos experimentaram o florescimento do comércio em uma das principais estradas do sul do país - a Rua Buarque de Macedo, responsável pelo acesso das levas de imigrantes às suas terras e uma das mais importantes vias de ligação das colônias do oeste da serra com a capital do estado.

O resultado dessa trajetória de sucesso está presente nos 35 exemplares de construções que se estendem ao longo da Buarque e ruas adjacentes que compõem o Roteiro Passadas. Os anseios, as projeções, venturas e desventuras, encontram-se ali, nas fachadas dos prédios, e ali esperam serem despertadas do seu sono de sonhos.

A Rota Passadas nos convida a encontrar-nos nos gestos do outro e a nos redescobrir por meio de suas histórias. O brilho nos olhos de quem percorre esse caminho ilumina as faces eternizadas nas fachadas centenárias, criando uma conexão profunda entre passado e presente. O visitante é convidado a imergir em um universo de simbolismo, expressividade e história. O passeio guiado pode ser realizado a pé ou a bordo do Tim Tim, um caminhão GMC de 1944 adaptado especialmente para o transporte de turistas, proporcionando uma experiência autêntica e nostálgica.

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Rota Religiosa Aeternum

Rota Religiosa Aeternum

A religião permitiu ao homem transcender a aparência da vida e encontrar o sagrado. Seu papel e importância manifestam-se nos volumes imponentes da arquitetura neogótica da Igreja Matriz, nas cores e formas dos vitrais e nos espaços que ecoam em nosso íntimo. O silêncio do Convento e da Capela de São José nos confronta com nossa fragilidade, evocando sentimentos quase indescritíveis. Na Ermida, compartilhamos a crença na prece, na graça recebida e na descoberta de significados além do que os olhos podem ver.

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Cinematográfica, Garibaldi uma cidade de cinema

Cinematográfica, Garibaldi uma cidade de cinema

A utilização de cenários turisticamente atraentes e o desejo do público pela experimentação do novo fez surgir um segmento turístico denominado “turismo cinematográfico”, que movimenta cerca de 40 milhões de turistas no mundo a cada ano. Existem diversos exemplos internacionais do impacto de filmes e séries de TV no aumento do turismo e visitas a locações específicas para promover o nome e a identidade de cidades ou países.

O turismo cinematográfico se caracteriza pelo movimento dos turistas em dois sentidos: o de conhecer as estruturas que abrigam as produções cinematográficas e os mecanismos que dão forma a este mundo de fantasia, por meio de visitas aos estúdios e sets de filmagem; e o de conhecer os destinos e cenários (locações) onde a narrativa do filme de inspiração da viagem se sucedeu, na tentativa de viver momentos e emoções criadas no filme e introjetadas no imaginário do espectador-turista.

Desde a criação da Garibaldi Film Commission, em 2013, o Município deu o primeiro passo efetivo para se tornar um destino de produções audiovisuais, bem como de torná-la referência no Rio Grande do Sul - e no Brasil - para o turismo cinematográfico.

E é sob este objetivo, de conhecer os destinos e cenários onde as narrativas dos filmes ocorreram, que Garibaldi apresenta este novo produto turístico e se torna, de fato, uma cidade de cinema. Planejada por profissionais de diversas áreas, a Rota Cinematográfica revela lugares, histórias e imagens das produções audiovisuais gravadas em solo garibaldense.


 

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Rota de Compras

Rota de Compras

A Rota de Compras permite ao visitante percorrer as ruas e se integrar ao cenário local, interagindo com seus habitantes. É uma oportunidade de compartilhar o prazer do contato com o riso das crianças, trocar histórias, vivenciar os hábitos, e se envolver com o alarido dos bares e botequins, além de sentir os aromas do café, do pão e dos doces.

Os estabelecimentos comerciais encantam os clientes com um atendimento que se destaca pela simpatia e educação, além da diversidade e qualidade dos produtos e artigos oferecidos.

A esse contexto se somam lojas e ambientes exclusivos, projetados para que você, cliente, se sinta parte essencial desse processo. Cada detalhe foi cuidadosamente pensado e organizado para você.

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Museu e Arquivo Histórico

Museu e Arquivo Histórico

O prédio onde hoje se encontra o Museu e Arquivo Histórico Municipal é de 1878, feito inicialmente de madeira, e abrigava a Società Italiana di Mutuo Soccorso Conde D’Eu, que posteriormente passou a se chamar Stella D’Itália. Em 1884, foi construído o primeiro pavimento em alvenaria, que além de abrigar a Società, era utilizado pelo Consulado Italiano, fornecendo assistência aos imigrantes italianos que chegavam à região.
No ano de 1892, o prédio foi reformado e o piso superior construído. Atualmente, é considerado o mais antigo prédio de alvenaria da Serra Gaúcha.
O primeiro cônsul Italiano foi Abramo Canini, que inclusive morou nas dependências do prédio. Foi dele a sugestão de colocar o nome da cidade Garibaldi, em homenagem ao seu amigo Giuseppe Garibaldi. Posteriormente, assumiu como novo cônsul Pietro Marcon, que também fixou residência no local.
O prédio também foi palco de reuniões, assistência social, festas de casamento e aulas de italiano. Durante a I Guerra Mundial (1914/1918) serviu até mesmo como hospital – os atendimentos eram realizados pelo médico Júlio Motti.
Em 1944, por ocasião da II Guerra Mundial, a população de origem italiana teve suas atividades restringidas e as instalações do prédio foram invadidas, todo o seu acervo e patrimônio, incluindo documentos de registros, foi apreendido e queimado. Para salvar o prédio da destruição, a diretoria em exercício entendeu que deveria doá-lo a Itália por meio da sua embaixada no Brasil. Nesse período, a construção serviu de residência para algumas famílias e posteriormente permaneceu em abandono.
Em 10 de agosto de 1963, o governo italiano devolveu o prédio à comunidade de Garibaldi, para que ali se instalasse um centro de atividades de cunho cultural. Em 1972, instalou-se no local a Biblioteca Pública Municipal Frei Miguel, o Destacamento Militar e os Bombeiros Voluntários.
No dia 31 de outubro de 1985 foi inaugurado o Acervo Histórico Cultural do município de Garibaldi (Museu Municipal e Arquivo Histórico), criado pela Lei nº 1.748 de 28 de dezembro de 1984. O local abriga também a Casa do Artesão de Garibaldi. E, por fim, em 16 de agosto de 2007, foi homologado o tombamento do Museu de acordo com o decreto nº 3.234.
Atualmente, o acervo conta com 2.729 itens, nas categorias de Casa; Iluminação Antiga; Comércio; Agricultura; Indústria; Objetos Sacros; Cédulas e Moedas; Estampas e reproduções; Vestuário, acessórios e calçados; Peças de arte; Profissões; Educação; Esportes; e Comunicação.

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Passeio de Tim-Tim

Passeio de Tim-Tim

Para descrever nosso querido Tim-Tim, pegamos emprestado o texto de Andrei Andrade*.
Um veterano costuma passear por Garibaldi. É nosso querido Tim-Tim, um caminhão GMC de 1944, adaptado para o transporte de turistas.
Há mais de duas décadas, um veterano da 2ª Guerra Mundial passeia diariamente pelas ruas de Garibaldi, na Serra. Trata-se do Tim-Tim, um legítimo caminhão do exército dos anos 40 transformado em um elegante ônibus de turismo.
A história do Tim-Tim – nome alusivo ao brinde de espumante, bebida que é um dos símbolos de Garibaldi – começa, ou recomeça, em 1990, quando foi adquirido pela Prefeitura junto ao exército brasileiro. O prefeito da época viu o caminhão parado em um quartel de Porto Alegre, e imaginou que poderia dar a ele uma nova utilidade. E desse dia até o primeiro passeio pelo centro histórico do município de 30 mil habitantes foi só o tempo de reformar a cabine e substituir a carroceria pelo reboque que o transforma num ônibus para até 50 passageiros.
Durante o período da guerra, entre 1939 e 1945, foram fabricadas mais de 500 mil unidades destes caminhões militares, que serviam para o transporte de tropas e de suprimentos para o front. Mais de 60 anos depois, poucos continuam trafegando, e dificilmente algum outro tenha mudado tão radicalmente de função.
Há 20 anos na boleia do Tim-Tim, Renato Corbelini conta com orgulho histórias dos turistas que já conduziu, transportando desde um grupo de freiras de diversos países até atores e atrizes globais. E o parceiro nunca o deixou na mão.
- Estamos sempre atentos à manutenção do ônibus, que é mesmo muito antigo, mas ele jamais nos deu problema. O único problema é a quantidade enorme de gasolina que ele consome – brinca.
Os passeios são agendados pela CONDETUR, 54 9 9600 6950 (somente whats), e ocorrem no sábado às 11h e às 15h e aos domingos às 11h. Sempre conduzidos por um condutor de turismo que conta a história do município e do centro histórico.
 

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